"O passado não reconhece o seu lugar... está sempre presente."
( Mário Quintana )
Vassourando - ativo desde 17/05/2007.

Slogans inesquecíveis - parte 1

By Bruxx



Tem coisas que não se esquece.
Ainda que o tempo passe, as lembranças ficam gravadas.
Elas podem até "adormecer", em função da correria do dia-a-dia e das novidades.
Mas, quando são reativadas, elas ficam tão presentes que podemos até sentir cheiros e sabores.

Um bom veículo para trazer à tona, algumas lembranças do passado, são os slogans... principalmente, se forem aliados à imagens.
Como todos sabem, um slogan ou frase de efeito é uma frase de fácil memorização que resume as características de um produto, serviço ou até mesmo pessoa.(sim, sim, Vassourando também é cultura).

Criados por, verdadeiros gênios da publicidade, eles eternizaram produtos e campanhas.
Os mais antigos então, dão aquele gostinho de nostalgia... tão peculiar à nós, saudosistas de plantão.

Não substimando os slogans atuais, naturalmente... mas, eu amo "velharia"... faz parte da minha história.

Para essa publicação (a 1ª da série), separei alguns slogans, que se perpetuaram ao longo do tempo.
Impossível vê-los ou ouví-los, e não dar uma bela viajada no tempo.
São eles:

Caldos Maggi: Caldo Maggi, o caldo nobre da galinha azul
Dreher: Deu duro? Tome um Dreher! Desce macio e reanima!
Papel higiênico Neve: Seu Alfreeeeeeddddoooooo, traz o Neve!!!!!
Vodca Orloff: Eu sou você amanhã!
Prestobarba: A primeira faz Tchan, a segunda faz Tchun e a terceira...Tchan Tchan Tchan Tchan!!!
Geléia de Mocotó Imbasa: Eu como a geléia e a mãe fica com o copo. PLIM!
Doril: Tomou Doril, a dor sumiu!
Tostines: Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?
Nescau:  Nescau, energia que dá gosto!
Shampoo Colorama: Ei, ei, você se lembra da minha voz? Continua a mesma, mas os meus cabelos...que diferença!

Rexona: Com Rexona, sempre cabe mais um!
Gelol: Não basta ser pai, tem que participar, não basta ser remédio, tem que ser Gelol!

Cigarros Free: Free, uma questão de bom senso!





Esse último, do cigarro Free... antes que a patrulha de quem não tem o que fazer patrulha anti-fumo, queira me queimar na fogueira, eu explico.

Ainda que eu seja uma fumante inveterada, assumida e em paz comigo mesma... não estou fazendo apologia ao fumo... trata-se apenas e, tão somente, de uma propaganda do tempo em que: "fumar era bonito e, roubar e matar, era feio e vergonhoso".

As coisas mudaram, não é mesmo?

Enfim... não poderia faltar a minha pitadinha ácida e sarcástica sobre essas campanhas que, ditam malditas regras, sobre o que podemos e não podemos fazer.

Obrigada por fazer essa viagem comigo!
Foi bom pra você?

Beijokinhas cheias de energias azuis!


Sobre o Autora:
Bruxx Bruxx é autora do [Vassourando]. É aposentada na área da Saúde. Seu interesse é compartilhar de tudo o que foi marcante, ao longo do tempo. Leia mais sobre a autora --> aqui.

8 Comente aqui :

Osvaldo Luiz vassourou...

Olá Bruxx!! Acabei de conhecer teu blog atravéz do BB e adorei esse post! Confesso que me apaixonei perdidamente, especialmente pelo segundo parágrafo do ps sobre o cigarro! Rssss!
Certamente, apartir de agora "sou um vassourante inveterado"! Rsssss!
Abraços!!! E...
Namastê!

Claudio Flash Back vassourou...

Minha cara BRUXX!!

Lá vem vc de novo, nos deliciando com estas pérolas que o tempo nunca vai apagar, porque estarão sempre gravadas em "nossas" mentes.
Me lembrei de uma em especial, era uma propaganda dos cigarros "CARLTON, UM RARO PRAZER", lembra?
Eu comecei a fumar, justamente por gostar tanto desta propaganda, com aquele clima tão sofisticado, principalmente a música, que era um caso à parte, com aquele solado maravilhoso de piano ao fundo...
Até que um dia, me dei conta do mal que eu estava fazendo para mim mesmo e para as "outras"
pessoas a minha volta tambem!!
Nada contra quem fuma, pois já faz 27 anos que deixei este vício.
Mas, valeu bons tempos que estarão sempre vivos em minhas memórias.

Abraços Azuis "MINISTER"

Claudio Flash Back

Bruxx vassourou...

Oswaldo, meu caro!
Seja bem vindo!
Como é gratificante receber um belo elogio (ou declaração) como esse!

Você viu como eu sou brava? (risos)
Defendo meus direitos, de me matar, até as últimas consequencias.

É um prazer tê-lo como Vassourante!
A casa (de bruxxa), é sua.
Sente-se, sirva de um café, chá, suco, cerveja... o que quiser.
Fique a vontade!

Obrigada pela visita e, pelo carinho de suas palavras!
Um beijo carinhoso, cheio de energias azuis!
Namastê!

Bruxx vassourou...

Claudio Flash Back, meu grande parceiro!

Realmente, eu vim pra deixar registrado as nossas boas lembranças.
Lembro da propaganda do Carlton sim... e ela já está escalada para a parte 2.

Eu comecei a fumar, porque achava um charme.. sem contar que, era um atalho, para ser popular na época do ginásio.
Imagine só... eu era crente da Adventista e, de uma hora para outra, virei fumante, passei a usar maquiagem e a matar aulas para ir ao cinema.
Ou seja... metamorfose total.

As propagandas de cigarro eram incríveis mesmo... cenário, clima e a música, claro.
Do cigarro Hollywwood, então, nem se fale.

Eu ainda não me dei conta dos males do cigarro... até porque, eles ainda não me afetaram.
E te confesso, eu adoro fumar.

Parei de fumar por duas vezes... mas eu fiquei tão insuportável, que nem eu me aguentava.
Percebí que era menos nocivo fumar, do que me abster do vício... que, afinal, é meu único pecadinho.

Adorei (como sempre), saber mais um pouco da sua história.
"Abraços Azuis "MINISTER"", é ótimo... adorei!

O mesmo pra ti, meu anjo!

Anônimo vassourou...

As palavras a seguir são para pessoas realistas. Quem não gosta de sinceridade, melhor nem ler.

Mesmo sendo um trintão, devo dizer que antigamente havia uma tolerância ao fumo, o que não quer dizer que fosse saudável. Não é, e nunca será.

Nunca fumei, por uma simples questão de lógica. Nosso corpo não é preparado pra respirar fumaça com centenas de substâncias tóxicas.
Não é porque vc não sente nada que está tudo bem.
O seu organismo está TOLERANDO o fumo, o que é muito diferente.

As campanhas não são malditas, o objetivo é esclarecer à população sobre um hábito doentio. Sim, pois quem não consegue largar um costume que atrapalha sua saúde e a dos que o rodeiam, é alguém que sofre, não?

Cada um tem o direito de fumar, desde que fique no seu quarto, longe de quem quer uma vida melhor, sem fumo passivo.

Felizmente já existe um grande preconceito contra o cigarro(existem os bons preconceitos).
Um dia haverá contra as bebidas alcoólicas que trazem tantas dores sociais, como acidentes automobilísticos, brigas em bares, violência contra a mulher, estupros, lesões corporais, badernas e homicídios.
O álcool é uma droga perversa e incompatível com quem deseja evitar doenças.
Muitas têm origem comportamental. Câncer de laringe e de boca, são exemplos de quem fuma ou bebe, mesmo ocasionalmente.

O motivo de não existir bebedor social é o mesmo de não existir fumante social de crack.
Droga é sempre droga.

Dizer que bebe-se socialmente é ser ingênuo demais. É subestimar os efeitos alcoólicos invisíveis ao bebedor.
Efeito não é só tontura ou visão distorcida. É também mutação celular, agressão às paredes do estômago, risco de desenvolvimento de diabetes e doenças cardíacas(sim, a estorinha de tomar vinho é fantasiosa. Suco de uva, sim, é saudável), problema cognitivos e uma série de disfunções que só serão percebidas adiante.

O objetivo deste "post-comentário" não é provocar a ira, mas informar.

Bruxx vassourou...

Prezado Anônimo, como vai?
Preferiria tratá-lo pelo nome, mas você não se identificou.

Também espero que as pessoas gostem de sinceridade porque, esse espaço, é totalmente democrático.
Havendo respeito, todos têm liberdade de expressão.
Do contrário, o espaço para comentários, nem existiria (como acontece am alguns blogs).
Quero deixar imperativo que, sou realista e, gosto de sinceridade.

Mas, vamos lá...
Antigamente havia sim tolerância ao fumo porque, tínhamos o bom senso, de respeitar as pessoas em qualquer ambiente.
Fumo há 36 anos e nunca saí jogando fumaça na cara de outras pessoas... também tenho consciêcia de que não é saudável, no aspecto das substâncias e tal.
Porém, assim como em outros vícios, vai do livre arbítrio e, principalmente, do respeito às outras pessoas.
O que dizer das pessoas que se embriagam (cada vez mais) e matam centenas de pessoas nos trânsitos?
Por quê, mesmo sabendo dos riscos, as pessoas continuam com esse hábito?

Não existe preconceito bom, existe conscientização, é diferente.
Preconceito é péssimo e, não deveria existir em nada.
O fato de eu ser fumante, não faz de mim uma pessoa que deva ser evitada ou excluída.
Não sou melhor, nem pior que ningúem... apenas tenho um vício.
Quero ser vista pela minha história de vida (que é interessante), e não pelo vício de fumar.

Eu tenho o direito de fumar no meu quarto (como você disse), no meu carro, na praia, na rua, etc.
E te garanto que sei até onde vão os meus limites.
Não fumo na casa de não-fumantes, nem em lugares proibidos.

Eu não me orgulho de ser fumante... mas também não me envergonho.
Tem pessoas que gostam de jogar, outras gostam de beber, outras gostam de sair, outras gostam de brigar, e eu gosto de fumar.
Uma liberdade à que tenho direito uma vez que, é um produto como outro qualquer... adquirido legalmente inclusive, com impostos.

Não levanto bandeira, não faço propaganda, nem apologia sobre o cigarro.
Mas, defendo o meu direito de consumir.

Eu não disse que as campanhas são malditas... eu disse que, as regras, são malditas.
E a patrulha-anti-fumo, está realizando uma verdadeira caça às bruxas, isso sim, me incomoda.

O hábito pode até ser doentio (sem generalizar) mas, ainda assim, quem decide lidar com isso é a pessoa em questão.
Conheço muitas pessoas que só fumam vez ou outra e, nem tragam... então, não é hábito, nem dependência.

Eu poderia falar, falar e falar... porque fumante, sempre vai "caçar" argumentos.

Mas, só para concluir:
A intolerância nos dias atuais, é insuportável, em todos os sentidos.
As pessoas não sabem mais conviver em sociedade.
E olha que nem estou me referindo ao cigarro e ao preconceito.
Me refiro ao pavio curto, mesmo.
Hoje, se esbarra em alguém em uma balada, por exemplo, é motivo de briga na certa.
No trânsito, na rua... em qualquer lugar.

Sendo um pouco mais velha que você te afirmo... era muito mais simples na nossa época.
Respeitávamos as pessoas pelo que elas eram, pelo caráter e postura.

Finalizando:
Se eu não fosse fumante... preferiria mil vezes, fumaça na minha cara, do que um bêbado batendo de frente no meu carro, dizimando a minha família.

Quanto ao seu post-comentário, não se preocupe.
Aqui não existe lugar para ira e, a informação está registrada e, certamente veiculada.
Aqui é um lugar onde, todos se manifestam, sem máscaras.
Os meus queridos Vassourantes são sensatos e são sabedores de que, todo comentário, é sempre bem vindo.

Obrigada pela visita, volte sempre.
Aliás, gostaria de saber como encontrou o Vassourando.
Sempre gosto de saber, a origem das minhas visitas.

Ah sim... à medida que visitar as outras publicações, vai encontrar histórias interessantes e, quem sabe, vai se divertir.
Um grande abraço.

Arthurius Maximus vassourou...

Um dos slogans mais legais que eu me lembro era aquele do sutiã: "O primeiro sutiã a gente nunca esquece". Hoje a propaganda seria interpretada como uma apologia a pedofilia, mas eram tempos inocentes...

Bruxx vassourou...

Oi Arthurius querido, tudo bem?
Pois é, essa do sutiã marcou mesmo.
Aliás, já está na fila para a próxima postagem.
De fato... nos dias de hoje, com esse "politicamente correto" tudo virou apologia "disso ou daquilo".
Ainda bem que vivemos o bom tempo de quando, propaganda, era só propaganda.
É sempre um prazer recebê-lo aqui.
Beijo grande!

Postar um comentário

Olá, Vassourante... bem vindo (a)!
Se você se identificou, se emocionou ou se divertiu com essa postagem, deixe o seu comentário.
Grata pela visita, volte sempre!