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Querido (a) Vassourante... esse é um tema que eu não me canso de abordar.
É sobre o resgate da infancia perdida, porque a pureza e ingenuidade vem sendo roubada pela tecnologia avançada.
Cadê as brincadeiras antigas, gente???
Me corta o coração, ver crianças em frente a tv, videogame e computador.
Cada vez mais cedo, as crianças sabem manejar equipamentos eletrônicos e falar idiomas... mas, brincar que é bom...!!??
Saudade de um tempo onde as crianças se divertiam usando a criatividade... eu fui uma delas e, boa parte dos querentões de plantão, também.
Observe que, as crianças estão ficando mais anti-sociais e rabugentas, também pelo fato de só ficarem em casa com suas maquinas sem precisar de outra criança para brincar.
Elas deixam de ser infantis muito cedo, a inocencia acaba rápido e isso está criando uma adolescência perdida.
Não acreditam mais nos contos de fadas e, nas lendas mais lindas, da infância...
Eu, particularmente, acho essencial que a criança se relacione com tudo isso para mais tarde não vir a ter problemas sociais.
Quem não se lembra de ter brincado de esconde-esconde, pega-pega, amarelinha, pipa, pião, bolinha de gude, pular corda, polícia e ladrão, entre outros?
Raramente se via uma criança obesa ou estressada.
Quando vejo crianças brincando de carrinhos e bonecas, aqui no concomínio, fico até emocionada.. acredita?
E dá pra ver de cara, a diferença de uma criança que brinca, da criança que não brinca.
Brincar é um dos quatro parâmetros usados para medir o bem-estar de uma criança – ao lado da qualidade do sono, da alimentação e da higiene.
Hoje, o que vejo, são adultos em miniaturas... e não mais crianças.
São meninos e meninas prostrados diante de um computador, fanáticos por celulares, acesso a filmes em TVs pagas, programas de tv aberta (com conteúdos cada vez mais impróprios) que emburrecem, etc.
Meninas com maquiagem, unhas pintadas e roupinhas de mini-dançarinas-de-axé.
Meninos sedentários que, não são capazes, de correr atrás de uma bola.
Sem contar que eles não sabem ouvir um "não" e se transformam em verdadeiros monstrinhos, quando tem um pedido negado.
Limites, minha gente.
Criança mimada, sem limite, acaba se tornado uma Suzane Von Richthofen (cara-de-anjo, mentora do assassinato dos pais).
Claro que evoluir é ótimo... eu não vejo a vida pelo retrovisor.
Mas, a realidade, tem que ser inserida aos poucos... senão, muito em breve teremos, crianças velhas.
Todas as fases são importantes... tempo de ser criança e tempo de crescer, gradativamente... cada fase, contribui para o adulto de amanhã.
Quando se queima etapas, fica uma lacuna que nunca pode ser preenchida... daí a busca pelo "não-sei-o-quê", que deixa o adulto tão frustrado... ele mesmo não se reconhece.
E, dá-lhe horas em analista... como se isso resolvesse.
Essa é minha modesta opinião... você não é obrigado(a) a concordar comigo.
Mas, se parar para pensar... faz sentido.
Felizmente, muitas educadoras vem adotando os métodos que sempre funcionaram... estão inserindo em suas grades, brincadeiras antigas.
Os jogos e divertimentos (civilizados, naturalmente) estimulam a inteligência, ensinam valores, colocam a criança em contato com suas habilidades e dificuldades, despertam a imaginação e a criatividade e aliviam tensões.
Espero que isso se expanda... vamos ter crianças muito mais felizes e adultos sem neuras.
Uma música que vem bem, de encontro à essa postagem.. a letra é linda.
É sobre o resgate da infancia perdida, porque a pureza e ingenuidade vem sendo roubada pela tecnologia avançada.
Cadê as brincadeiras antigas, gente???
Me corta o coração, ver crianças em frente a tv, videogame e computador.
Cada vez mais cedo, as crianças sabem manejar equipamentos eletrônicos e falar idiomas... mas, brincar que é bom...!!??
Saudade de um tempo onde as crianças se divertiam usando a criatividade... eu fui uma delas e, boa parte dos querentões de plantão, também.
Observe que, as crianças estão ficando mais anti-sociais e rabugentas, também pelo fato de só ficarem em casa com suas maquinas sem precisar de outra criança para brincar.
Elas deixam de ser infantis muito cedo, a inocencia acaba rápido e isso está criando uma adolescência perdida.
Não acreditam mais nos contos de fadas e, nas lendas mais lindas, da infância...
Eu, particularmente, acho essencial que a criança se relacione com tudo isso para mais tarde não vir a ter problemas sociais.
Quem não se lembra de ter brincado de esconde-esconde, pega-pega, amarelinha, pipa, pião, bolinha de gude, pular corda, polícia e ladrão, entre outros?
Raramente se via uma criança obesa ou estressada.
Quando vejo crianças brincando de carrinhos e bonecas, aqui no concomínio, fico até emocionada.. acredita?
E dá pra ver de cara, a diferença de uma criança que brinca, da criança que não brinca.
Brincar é um dos quatro parâmetros usados para medir o bem-estar de uma criança – ao lado da qualidade do sono, da alimentação e da higiene.
Hoje, o que vejo, são adultos em miniaturas... e não mais crianças.
São meninos e meninas prostrados diante de um computador, fanáticos por celulares, acesso a filmes em TVs pagas, programas de tv aberta (com conteúdos cada vez mais impróprios) que emburrecem, etc.
Meninas com maquiagem, unhas pintadas e roupinhas de mini-dançarinas-de-axé.
Meninos sedentários que, não são capazes, de correr atrás de uma bola.
Sem contar que eles não sabem ouvir um "não" e se transformam em verdadeiros monstrinhos, quando tem um pedido negado.
Limites, minha gente.
Criança mimada, sem limite, acaba se tornado uma Suzane Von Richthofen (cara-de-anjo, mentora do assassinato dos pais).
Claro que evoluir é ótimo... eu não vejo a vida pelo retrovisor.
Mas, a realidade, tem que ser inserida aos poucos... senão, muito em breve teremos, crianças velhas.
Todas as fases são importantes... tempo de ser criança e tempo de crescer, gradativamente... cada fase, contribui para o adulto de amanhã.
Quando se queima etapas, fica uma lacuna que nunca pode ser preenchida... daí a busca pelo "não-sei-o-quê", que deixa o adulto tão frustrado... ele mesmo não se reconhece.
E, dá-lhe horas em analista... como se isso resolvesse.
Essa é minha modesta opinião... você não é obrigado(a) a concordar comigo.
Mas, se parar para pensar... faz sentido.
Felizmente, muitas educadoras vem adotando os métodos que sempre funcionaram... estão inserindo em suas grades, brincadeiras antigas.
Os jogos e divertimentos (civilizados, naturalmente) estimulam a inteligência, ensinam valores, colocam a criança em contato com suas habilidades e dificuldades, despertam a imaginação e a criatividade e aliviam tensões.
Espero que isso se expanda... vamos ter crianças muito mais felizes e adultos sem neuras.
Uma música que vem bem, de encontro à essa postagem.. a letra é linda.
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Veja a letra da música ---> aqui
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Ivan Lins - Depende nós
Um vídeo lindo com as crianças cantando a música.
Uma excelente semana, cheia de energias azuis !!!












Mais recentes



























































1 Deixe sua vassourada:
Pra começar adorei ser uma vassourante ;)
Nossa, como eu brinquei...pulava elástico, brincava de pique esconde, pulava corda. Você tem razão, eu acho que eles não são tão felizes hoje.
Bjs
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