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Quando a gente fala em avó ou vovó... o que vem na cabeça?
As delícias que só ela sabe preparar, não é mesmo?
Coincidiu de falar sobre essa "senhorinha", tão amada, na semana do dia dela.
Não postei nada, porque não curto comemorar essas datas (pra mim é tudo comércio).
Afinal, pra que data, quando a pessoa é especial?... basta bater a saudade ou a vontade de revê-la, que tá valendo.
Mas, voltando...
Antigamente se costumava dizer que, "vó" é mãe com mel.
E é mesmo... a mãe educa e a avó estraga...rsrs
Na casa dela pode tudo.
Eu fui privilegiada nesse sentido... minha mãe era, ao mesmo tempo minha avó.
Eu explico... quando ela teve o gesto nobre de me adotar, ela já era avó de duas netas.
Tinha ao mesmo tempo: mãe que educava e avó que estragava... isso virou uma bagunça na minha cabeça.
Da mesma forma que ela pegava no meu pé, ela me mimava... tudo na mesma intensidade.
E, falando em avó, saudades... a gente lembra das comidinhas... e, alguns sabores se perpetuam.
Dia desses, falei sobre o mingau que ela fazia... se não leu, veja aqui.
Hoje, com esse friozinho, me lembrei de outra delícia que era muito comum na minha infância.
Bolinho de chuva!!!
O famoso e delicioso bolinho de chuva... que saudade.
Me diz se esse bolinho não tem gostinho de casa de vó?
Como eu já mencionei diversas vezes... tudo que comíamos era muito simples.
O segredo era o amor que nossa mãe e avó, colocavam nas iguarias.
Uma tigela, ingredientes, frigideira e amor, muito amor.
Não precisava de luxo, nem frescura... eram ingredientes que sempre estavam à mão, baratinhos e "voilà" !!!
Estou quase certa de que, muitos quarentões e quarentonas, vão "lamber os beiços" de vontade... só de lembrar.
As avós de hoje, não são mais, como as de antigamente.
Está tudo tão moderno... as avós cada dia mais jovens e tal.
Eu mesma, fico me perguntando que avó eu vou ser.
Tatuada, com piercing, internauta e maluquetes... que neto merece isso?
Mas, certamente, vai ser o neto mais amado desse mundo.
O tempo passa, tudo se moderniza... mas, conceitos e valores, permanecem.
Então.. para celebrar as "vovós" queridas, segue a receita.
Não vai ficar igual ao sabor da infância, naturalmente.
Porque, esse sabor, é de saudade... portanto, insubstituível.
Mas, com esse tempinho, o bolinho cai bem.
As delícias que só ela sabe preparar, não é mesmo?
Coincidiu de falar sobre essa "senhorinha", tão amada, na semana do dia dela.
Não postei nada, porque não curto comemorar essas datas (pra mim é tudo comércio).
Afinal, pra que data, quando a pessoa é especial?... basta bater a saudade ou a vontade de revê-la, que tá valendo.
Mas, voltando...
Antigamente se costumava dizer que, "vó" é mãe com mel.
E é mesmo... a mãe educa e a avó estraga...rsrs
Na casa dela pode tudo.
Eu fui privilegiada nesse sentido... minha mãe era, ao mesmo tempo minha avó.
Eu explico... quando ela teve o gesto nobre de me adotar, ela já era avó de duas netas.
Tinha ao mesmo tempo: mãe que educava e avó que estragava... isso virou uma bagunça na minha cabeça.
Da mesma forma que ela pegava no meu pé, ela me mimava... tudo na mesma intensidade.
E, falando em avó, saudades... a gente lembra das comidinhas... e, alguns sabores se perpetuam.
Dia desses, falei sobre o mingau que ela fazia... se não leu, veja aqui.
Hoje, com esse friozinho, me lembrei de outra delícia que era muito comum na minha infância.
Bolinho de chuva!!!
O famoso e delicioso bolinho de chuva... que saudade.
Me diz se esse bolinho não tem gostinho de casa de vó?
Como eu já mencionei diversas vezes... tudo que comíamos era muito simples.
O segredo era o amor que nossa mãe e avó, colocavam nas iguarias.
Uma tigela, ingredientes, frigideira e amor, muito amor.
Não precisava de luxo, nem frescura... eram ingredientes que sempre estavam à mão, baratinhos e "voilà" !!!
Estou quase certa de que, muitos quarentões e quarentonas, vão "lamber os beiços" de vontade... só de lembrar.
As avós de hoje, não são mais, como as de antigamente.
Está tudo tão moderno... as avós cada dia mais jovens e tal.
Eu mesma, fico me perguntando que avó eu vou ser.
Tatuada, com piercing, internauta e maluquetes... que neto merece isso?
Mas, certamente, vai ser o neto mais amado desse mundo.
O tempo passa, tudo se moderniza... mas, conceitos e valores, permanecem.
Então.. para celebrar as "vovós" queridas, segue a receita.
Não vai ficar igual ao sabor da infância, naturalmente.
Porque, esse sabor, é de saudade... portanto, insubstituível.
Mas, com esse tempinho, o bolinho cai bem.
Bolinho de Chuva
Ingredientes:
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 ovos
1 xícara (chá) de leite
1 xícara (chá) de açúcar
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de fermento em pó
óleo para fritar.
Modo de Preparo:
- Misture a farinha, os ovos, o leite, açúcar, sal e fermento.
- Bata até a massa ficar homogênea.
- Frite os bolinhos pegando com uma colher de doce e empurrando com outra colher.
- Faça bolinhos pequenos para que não fiquem crus por dentro.
- Antes de colocar a colher na massa, molhe-a no óleo para a massa sair mais facilmente.
- Depois de fritos, polvilhe-os com açúcar e canela.
Dica:
Se os bolinhos começarem a dourar rapidamente, diminua o fogo.
Os bolinhos ficam mais macios e muito leves.
Boas lembranças e bom apetite !!!























































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16 Deixe seu comentário aqui:
Devidamente anotada, é uma delicia.
A paz
Estou maravilhado com tantas preciosidades.
Lembranças que estavam há muito guardadas, relembrei aqui.
Obrigado por compartilhar.
Um abraço.
Ma tu é bruxa mermo...
Acredita que de tarde eu fiz bolinho de chuva - de memória, há mais de 20 anos não faço isso - ficou uma merda e pensei em buscar a receita na Net?
Vou experimentar essa receita. Talvez daqui há 20 anos ...
Saudades viu moça. Ah mas como vc é bruxa ja sabe disso, né.
Outro dia comi.
A esposa do meu irmão adora... E eu como, mas nunca gostei muito não. =/
Acho que é porque sempre fui mais fanático por doces com chocolate.
Se bem que também não sou muito , digamos, variável em relação a doces.
Adoro bolinhos de chuva, o único problema é que quando faço não sei se espero ficarem prontos ou como a massa crua.
Olá!! Achei por acaso seu blog e estou amandoooo hehehe... o seu blog, como o meu, fala sobre coisas antigas (o meu na verdade é só sobre propaganda)... adoro esse ar de saudosismo!! é muito bom relembrar acontecimentos q nos marcaram!!
Já virei sua seguidora!!!
E falando de bolinho de chuva... não tem como não lembrar casa de vó né??? me lembro de quando era pequena e minha avó sempre fazia quando íamos visita-la... XD
Apareça lá no meu blog tb!!! Acho q vc vai gostar!!!
Beijão e ótima semana!!!
PROJETO NOVO IMPULSO...
Valeu pela visita e, quando fizer a receita, me diz se deu certo.
Beijokinhas
*
Carlos...
Obrigada pelas palavras.
Melhor que escrever sobre minhas lembranças, é ter com quem compartilhar.
Beijokinhas
*
descharth...
"Ma tu é bruxa mermo...", é óóótemo... rsrsrs
Larga de ser preguiçoso, menino!
Onde já se viu, esperar mais 20 anos, pra fazer os bolinhos !!??
Saudade enormes de gigantes, de vc também... vc não é bruxo, mas sabe disso, né.
Beijokinhas
*
Dragus...
Aqui (cá pra nós), também sempre fui fã de chocolates... mas, naquele tempo, chocolate era artigo de luxo.
Então, a gente acabava se acostumando, com as iguarias que estavam mais à mão... rsrsr
*Em tempo: eu sou um formigona.. adoro doces.
Beijokinhas
*
Pk Ninguém...
Eu também sempre tive esse problema.. não conseguir esperar para ficar pronto...rsrsr
O inconveniente, é a dor de barriga que dá, né.
Beijokinhas
*
Vivian Pereira...
Você é muito fôfa... obrigada pelo carinho.
Seja sempre bem vinda, esse cantinho também é seu.
Saudosismo, é meu nome do meio...rsrr
E, adoro compartilhar meus "causos".
Vou te fazer uma visita, é claro... fiquei curiosa.
Beijokinhas e uma excelente semana pra vc tbm... cheiua de energias azuis!
*
Bolinho de chuva lembra minha infância!!!
Minha mãe acrescentava farinha de milho.
Ficava perfeito!!! Crocantinho.
Ela ainda faz qdo vou visitá-la e faço carinha de cachorrinho pidão, rsrsrs.
Mas eu nunca fiz, acho que é justamente pq tem gostinho e cheirinho de mãe... não quero perder sentimento aconchegante de volta a infância quando os como....
abraços, e parabéns pelo blog!!!
Pois é, Cris...
Bolinho de chuva, certamente, traz boas lembranças pra muitos de nós.
Eu faço os tais bolinhos para o meu filho... mas, não chega nem aos pés, dos bolinhos minha mamãe.
E nem adianta tentar, não fica igual mesmo.
Obrigada pelo carinho de suas palavras... seja sempre bem vinda!
O Vassourando não é só meu... é de todos que gostam de dar um pulinho no passado.
Beijokinhas cheias de energias azuis!
Olá Bruxx...é já virei fã de carteirinha!!
Que delícia este seu Blog!...(me desculpe o trocadilho), já que falamos de "BOLINHOS DE CHUVA". Estou remexendo minhas lembranças e visualizando aqueles maravilhosos anos 70... aqueles dias chuvosos, quando em São Paulo, até a água da chuva era limpa. Eu costumava brincar na chuva, coisas do tipo: tomar banho na chuva, colocar barquinhos de papel na guia, entre a calçada e a rua e correr atrás só para ver aonde ele iria parar... e depois de levar umas "broncas" da minha mãe, entrava em casa, tomava, ai sim, um banho com as "DUCHAS CORONA, UM BANHO DE ALEGRIA NUM MUNDO DE ÁGUA QUENTE".
Ai então eu pedia para a minha saudosa "mãnhêêêêêê!!!"... faz bolinho de chuva???
E lá ia ela, toda solícita, fazer meus bolinhos, enquanto eu ficava na janela, "OLHANDO PARA A CHUVA QUE NÃO QUERIA PARAR E NELA VENDO O MEU AMOR"... desculpe, acho que me empolguei!!!
É isso aí, abraços.
Claudio.
Claudio...
O bom de expor minhas lembranças e encontrar que já as viveu com a mesma intensidade.
Pude observar que viemos de uma mesma época... inesquecível, diga-se de passagem.
Conseguí visualizar tudo o que descreveu... é como se eu estivesse na mesma chuva, com o mesmo barquinnho e tudo mais o que relatou.
Isso é incrível, indescritível e, definitivamente, não tem prêço.
Eu sou uma privilegiada por receber pessoas tão sensíveis.
É para pessoas como você, saudosista, que tem ternura, que eu escrevo.
Grata por compartilhar suas histórias.
Isso me motiva a continuar escrevendo.
Beijokinhas cheias de energias azuis!
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Gosto de responder, falando diretamente contigo.
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