"O passado não reconhece o seu lugar... está sempre presente."
( Mário Quintana )
Vassourando - ativo desde 17/05/2007.

Na escola

By Bruxx


Não curto muito, postar fotos minhas... pra não assustar meus leitores.
Mas essa... eu tinha que postar.
Nem eu acredito que essa foto é minha.

Olha que bizaarra...rsrs

Ano de 1973... sim, 1973.
Pré-histórica ???
Como assim ??
Tá certo... antiguinha mesmo...rsrsr

Essa sou eu, a Bruxx... homenageando minha mamãe.
Atente para o look dos cabelos.
Bem assim... cabelo ruim é igual a bandido:
Ou tá armado ou tá preso.

Fala sério... fotinho esquisita, né.

5 Comente aqui :

Claudia Lis vassourou...
Este comentário foi removido pelo autor.
Claudia Lis vassourou...

Que massa Bruxx!

Só faltou a gente ver o look fashion da farda da escolinha, hahah... Mas tudo bem, ele ficou coberto pelo cartaz da mamãe. E olha só o cenário atrás. É um vale encantado. Tem Bambi e tudo. Amei!!!

Ah, depois dessa só me resta pedir que você poste mais fotos. Flashback fotográfico é sempre ótimo.

;-)

P.s: Desculpe ter apagado o comentário acima. È que na verdade, colei aqui o comentário do texto anterior, heheheh... Abstraia.

Beijos


;-)

Mariliza Silva vassourou...

Uai... cadê a foto????
Agora fiquei curiosa!!!!!

Beijos

Mariliza

Mariliza Silva vassourou...

Agora sim!!!! Tive que abrir no internet explore...

rsrsrs...acho que somos da mesma época!!srsrsrsrs

beijocas e... adorei o cursor em forma de morceguinho (no Mozilla não fica assim...)

Mariliza

Anônimo vassourou...

Bem, eu me casei com uma antiquária, a minha casa tem objetos de tudo quanto época que você imaginar, aprendi a gostar de antiquidade, de relógios antigos, os famosos Cucos, a mesa da minha casa é daquelas que tem gaveta embaixo e toda montada com cravos, mas a minha lembrança mais constante é um poema que minha mãe tinha mania de recitar para mim, é assim:
Oh ! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !

Como são belos os dias
Do despontar da existência !
- Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é - lago sereno,
O céu - um manto azulado,
O mundo - um sonho dourado,
A vida - um hino d’amor !

Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar !
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar !

Oh ! dias de minha infância !
Oh ! meu céu de primavera !
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã !
Em vez de mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã !

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
De camisa aberta ao peito,
- Pés descalços, braços nus -
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis !

Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo,
E despertava a cantar !

Oh ! que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais !
- Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais !

Casimiro de Abreu

Só que passados muitos anos moro numa casa cheia de árvores, vivo bem próximos de florestas lindíssimas e até hoje subo em árvores, passeio nas florestas, sonho com as estrelas e vejo o raiar do dia. Que continui assim até o fim dessa jornada. Fraternalmente, Beto.

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